domingo, 20 de maio de 2012

Olhei para a janela e dei pela chuva que embatia suavemente na minha janela, nesse momento podia faltar tudo menos a nostalgia. Sinto a falta de muitas pessoas que à tempos atrás nunca pensei sentir falta, não por não lhes dar o valor devido mas sim por nunca me ter passado pela cabeça que algum dia viessem a sair da minha vida, porém a dor também ensina e apesar da saudade ultrapassar qualquer ponta de orgulho, sentir saudades não é sinónimo de as querer de volta. Aprendi mais este ano, que em tantos outros juntos, não voltar a tê-los como tinha antes é um facto, porém as lembranças são exactamente como as fotografias, estão ali e não podem ser alteradas, o meu coração permanece assim, com saudade de quem antes chamava de "amigo", com medo de uma sucessiva repetição de acontecimentos, no fundo ele só quer paz e descanso... Nada pedirá a mais e que do fundo do coração sejam felizes quanto eu sempre desejei que fossem, a única diferença fazer-se-à sentir na distância, nas lágrimas, nos momentos passados que não voltam, a felicidade... continuo a querer que faça parte das vossas vidas, mesmo vocês não fazendo mais parte da minha.

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